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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fecomércio: 74,89% dos comerciantes paulistas pretendem aumentar o quadro de funcionários.



De acordo com índice que mede confiança do empreendedor do comércio, 74,89% afirmam que pretendem aumentar quadro de funcionários


São Paulo - Os empresários do setor do comércio de bens e serviços devem contratar nos próximos meses, apesar da instabilidade no mercado financeiro. De acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), 74,89% afirmam que pretendem aumentar o quadro de funcionários, sendo que 9,88% querem ampliar muito o total de trabalhadores em suas empresas.

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Na comparação entre junho e julho, o Icec registrou alta de 4,2%, atingindo 124,3 pontos em uma escala que varia de 0 a 200. Acima dos 100 o índice denota otimismo. Para o assessor econômico da Fecomercio, Guilherme Dietze, a principal explicação é que os fundamentos da economia brasileira estão muito sólidos. “A taxa de desocupação na cidade de São Paulo é a mais baixa da história, há aumento real na renda e crédito farto no mercado. Isso facilita as compras e consequentemente o emprego do cidadão”, diz.
Segundo Dietz, os empresários tendem a fazer uma avaliação do presente mais baseada nos rendimentos de seus negócios do que na economia como um todo e, por isso, a avaliação deles permanece positiva mesmo após a notícia de que o faturamento do comércio no primeiro semestre de 2011 registrou recuo de 0,3%.

O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (Ieec), componente do Icec, apontou elevação de 2,5%, chegando aos 154,8 pontos, enquanto o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (Iiec) anotou crescimento de 4%, totalizando 108,9 pontos. Os três componentes do Icec, de acordo com Dietz, mostram que os empresários estão mais otimistas em relação ao segundo semestre deste ano e prevendo vender mais no Natal.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Portal Exame: varejo brasilerios tem crescimento chinês.

Matéria do Portal Exame.


As vendas do comércio cresceram 18,1% de janeiro a março na comparação com o mesmo período do ano passado.

Luís Artur Nogueira, de EXAME.com

Últimas notícias

São Paulo - Não será nenhuma surpresa se observarmos nos próximos dias novas projeções - para cima, é claro - do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os modelos de cálculo das principais consultorias atribuem forte peso para as variáveis Produção Industrial e Vendas do Varejo, que vieram acima das expectativas em março.

Na semana passada, o IBGE informou que a produção industrial crescera 2,8% em março ante fevereiro, superando com folga a mediana das expectativas do mercado divulgada pela Agência Estado, que era de 1,85%. Na comparação com março do ano passado, a alta foi de 19,7% (a mediana era de 18,8%).

Nesta quarta-feira, vieram números robustos do varejo, com alta de 1,6% em março ante fevereiro (a mediana das expectativas divulgada pela Reuters era de 0,75%), e de 15,7% na comparação com o mesmo período do ano passado (com mediana de 14,1%).

"Fatalmente teremos que revisar - para cima - mais uma vez o PIB projetado para o primeiro trimestre", diz o economista da Gradual Investimentos, André Perfeito, em relatório divulgado nesta manhã.

A dúvida a partir de agora é se o Banco Central vai precisar acelerar o aperto monetário para esfriar a economia, que estaria crescendo acima do seu PIB potencial, ou seja, aquele limite a partir do qual a expansão gera inflação. A lógica indicia que sim, mas é preciso observar o impacto que a retirada dos estímulos fiscais do governo terá nos próximos meses.

Além disso, embora com a ressalva de que este é um ano eleitoral, o governo anunciou nesta semana que pode reduzir despesas se o PIB acelerar muito. Seria uma ajuda da política fiscal à árdua missão do Banco Central.